Sobre a Nostalgia no Ar

Meu nome é Tadeu Andrade Santini.

Sou piloto e artista.
A Nostalgia no Ar nasceu da união dessas duas paixões.

Isso não é sobre aviões.
É sobre o que eles me fizeram e fazem sentir.

Antes de ser uma loja, a Nostalgia no Ar começou como memória.
De uma época em que voar era muito mais do que viajar. Era uma experiência única.

Os aeroportos eram próximos.
Os aviões tinham personalidade.
E cada voo deixava algo com você.

A Nostalgia no Ar existe para reviver tudo isso através da arte.

 

Onde tudo começou

 

Tadeu com 4 anos de idade já respirando aviação no aeroclube ao lado de um Cessna 180.

 

Minha paixão pela aviação começou cedo.

Ainda criança, eu passava horas fascinado por cada pouso e decolagem. Crescer em São Paulo significava finais de semana na Casa AeroBrás, na Mobral Modelismo e namorando a maquete do DC-10-30 da Varig na loja da Rua da Consolação.

Mas não foi só isso.

 

Casa AeroBrás, o destino predileto aos finais de semana com sua saudosa mãe.

 

Outro ritual era o terraço panorâmico do aeroporto de Congonhas.

Ficar ali, vendo de perto clássicos como os Electras da Varig, os Boeing 737 da VASP, da Cruzeiro e os Boeing 727 da TransBrasil pousando e decolando…

era mais do que um simples hobby.

Era um chamado.

 

A famosa praianha (terraço panorâmico) do aeroporto de Congonhas.

 

E havia ainda um lugar especial:

As visitas ao Museu de Aviação na Oca, no Parque do Ibirapuera, ampliaram ainda mais meu olhar. Ali, entre aeronaves históricas e histórias reais, inclusive conhecendo pessoalmente a Ada Rogato, eu começava a entender que a aviação era mais do que máquinas — era cultura, era memória.

 

Museu de Aviação na Oca do parque do Ibirapuera.

 

Foi ali — e também no modelódromo do parque do Ibirapuera, na escolinha de aeromodelismo do Ferrari — que aprendi algo ainda mais importante: transformar fascínio em prática.

Foi nesse ambiente que tudo começou.

 

Da paixão à profissão

 

Registros da profissão: na cabine do A321 e do B737Max.

 

Anos depois, essa paixão se transformou em profissão.

Tornei-me piloto profissional. Passei a viver a aviação por dentro — não apenas observando, mas sentindo.

O cheiro de querosene.
O som dos motores.
A luz refletindo na fuselagem.

O olhar de quem realmente esteve lá.

Essa vivência sustenta cada obra criada aqui.

 

A arte

 

Processo de pintura digital com mesa digitalizadora Wacom e Photoshop.

 

A arte sempre esteve presente.

Antes do digital, vieram o lápis, o papel, a tinta. Vieram horas observando proporções, luz, volume e estrutura. O aeromodelismo ensinou precisão. O desenho ensinou paciência. A observação ensinou respeito pela forma.

Com o tempo, a técnica evoluiu — mas a essência permaneceu.

Cada obra da Nostalgia no Ar nasce da mesma base: estudo, luz, composição e fidelidade histórica. Não é apenas estética. É entendimento.

Não pinto apenas aeronaves.

Pinto memórias.

 

Do pincel ao digital — a mesma essência

 

Processo de pintura tradicional com tinta óleo/acrílica em tela 50x70 cm.

 

A tecnologia mudou. O processo também evoluiu.

Hoje utilizo ferramentas digitais para construir cenas com ainda mais controle de luz, composição e atmosfera. Mas o fundamento é o mesmo: desenho, perspectiva, equilíbrio, intenção.

O digital não substitui o olhar.
Não substitui a vivência.
Não substitui o estudo.

Ele amplia possibilidades.

Cada obra continua sendo criada do zero, camada por camada — como uma pintura tradicional.

A diferença é apenas a ferramenta.

A essência permanece.

 

Missão

 

Preservar e celebrar artisticamente a era de ouro da aviação comercial brasileira.

Criar obras que conectem quem viveu essa época —
e despertem curiosidade em quem deseja conhecê-la.

Porque algumas memórias nunca pousam.

São histórias.

 

Leve uma memória para casa

Escolha a obra que fala com você

 

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